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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Primeira vacina sem estresse


FONTE:Crescer

 http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI331913-15055,00-PRIMEIRA+VACINA+SEM+ESTRESSE.html
 Shutterstock
Nenhum pai gosta de ver o filho sentindo dor, ainda mais quando é a primeira vacina. Mas tentar manter a calma e passar segurança pode minimizar os efeitos negativos para a criança. Uma pesquisa da Universidade de Durham, na Inglaterra, mostrou que filhos de mães de primeira viagem sentem mais dor durante as primeiras doses da vacina, por absorverem a ansiedade delas. Feito com 50 mulheres e seus bebês de dois meses, o estudo mostrou que as mais experientes passaram tranquilidade para os filhos e eles demonstraram menos incômodo na hora da picada. “É normal que a mãe de primeira viagem fique insegura, pois não sabe qual vai ser a reação do bebê. Tudo é novidade, e ela quer protegê-lo de qualquer mal. E tudo bem! É uma forma de carinho e atenção, mas é preciso se controlar para não exagerar ao demonstrar seus medos e, com isso, deixar o filho mais agitado”, explica Patricia Gugliotta, psicoterapeuta de pais e famílias e mestre em saúde mental pela Unicamp. Mantenha a calma e peça a ajuda de alguém mais experiente, se achar que não dá conta de segurar a emoção.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

O desenvolvimento do bebê mês a mês


Em nenhum outro período da vida o ser humano faz tantas conquistas motoras, mentais e sociais quanto nos primeiros anos. São revoluções que encantam os pais

Fonte:Patrícia Cerqueira-Revista Crescer


Fernando Martinho
Os pais ficam loucos por novidades, mas não adianta apressar os passos dos bebês. Cada nova habilidade é o aperfeiçoamento de uma anterior ou a combinação de outras já aprendidas. Segue uma seqüência predeterminada porque quem comanda esse espetáculo é o cérebro, e seu amadurecimento se dá em etapas. Leva a criança a firmar a musculatura dos olhos, depois a sustentar o pescoço, o tórax, até lá na frente ficar em pé. Esse percurso tem a ver com a formação dos circuitos neurológicos, que é induzida pela mielina, uma substância branca e gordurosa que aos poucos recobre as células nervosas. Sua função é agilizar o tráfego de impulsos nervosos entre as células para ativar as sinapses, as conexões que permitem a comunicação entre os neurônios. "Quando isso acontece, os estímulos fazem diferença. Um neurônio pode fazer sinapses com outros dois se a criança não for estimulada. Se for, é capaz de se conectar com outros dez", diz o neurologista Luiz Celso Vilanova. Não é preciso fazer malabarismos. O interesse, o afeto, os cuidados com o bebê são estímulos naturais sempre renovados pelos avanços da criança, que provocam novas respostas nos adultos. Acompanhe a seguir como tudo isso acontece. 

Primeiro mês 

Nesse início de vida, o bebê não controla nem a musculatura dos olhos. De todos os seus sentidos, a visão é a menos desenvolvida, por não ter sido exigida durante a gestação. No recém-nascido, seu alcance é de 20 a 30 centímetros, mais ou menos a distância entre o rosto do bebê e o da mãe na hora da amamentação. A criança não consegue focalizar objetos além dessa medida. As imagens são embaçadas e duplas porque as duas retinas ainda não estão unidas. O bebê é míope. Para ajudar nesse avanço, coloque móbiles coloridos sobre o berço. O olhar do bebê é atraído por objetos em movimento e de cores contrastantes, como preto e branco. Aos 6 meses, a visão estará quase igual à de um adulto. A audição do recém-nascido, ao contrário, é tão boa quanto a dos pais, porque começa a se desenvolver a partir do quinto mês de gestação. O feto escuta os movimentos dos órgãos maternos. A batida do coração da mãe gera ruídos que podem alcançar 95 decibéis. Tanto barulho quanto o de um helicóptero em pleno vôo. Por isso, com apenas 3 dias, o bebê reconhece a voz da mãe e, em 20, emite sons em resposta ou vira a cabeça em direção ao barulho. Com 1 mês, ele registra a seqüência de palavras e, com 8 semanas, será capaz de demonstrar preferência pelo idioma materno. O paladar do recém-nascido também é aguçado. "Ele tem capacidade de distinguir o salgado, azedo, amargo e doce. Gosta mais do último", diz a pediatra Rosa Resegue. Segundo ela, logo nos primeiros dias o bebê reconhece o leite materno entre o de outros seios. Nesse início, pode mamar cerca de dez vezes ao dia e dormir de 20 a 22 horas. A alimentação e o sono entram aos poucos na rotina. Acordado, o bebê parece estabanado e assustado em seus movimentos. Ele não os controla, são reflexos involuntários.  

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

15 mitos e 7 verdades sobre o desenvolvimento do bebê


Conselhos, recomendações e até “verdades absolutas” vão vir de todos os lados: da sua mãe, sogra, amigas e até de desconhecidos. Você vai ouvir dicas infalíveis para o seu bebê não ter alergia e até mesmo deixá-lo mais inteligente. Mas o que vale, mesmo? Aqui, respostas para as dúvidas mais comuns que vão surgir nessa fase. Descubra o que é melhor para o seu filho

Caroline Purser/gettyimages
Desenvolvimento
Nasceu com olhos claros? pode ser que mude
Verdade. Para a maioria dos bebês vai acontecer até o sexto mês. Isso porque recém-nascidos têm uma quantidade pequena de melanina, uma substância presente na íris responsável pelo efeito de cor nos nossos olhos. A quantidade de melanina que vai ser produzida nos primeiros meses foi definida geneticamente. Por isso, algumas crianças nascem com olhos azuis-acinzentados que, aos poucos, mudam de cor.
Se não engatinhar, vai demorar para andar
Mito. Não tem problema nenhum se ele pular o engatinhar e ir direto para a marcha. O importante é que pontos considerados marcos no desenvolvimento, como sentar, tenham acontecido, o que mostra que ele tem um bom desenvolvimento neurológico e motor. Quando tiver tônus muscular na coluna vertebral, nos membros inferiores e nos músculos que sustentam a cabeça, e sentir confiança, vai tentar ficar em pé. Você pode estimular também. Fique de um lado do sofá e chame-o para que ele vá até você. Cerca de 70% das crianças vão andar até 1 ano e 4 meses, 90% até 1 ano e 6 meses e as demais até 1 ano e 8 meses.
Seu filho só vai aprender a dormir bem depois do primeiro ano
Mito. A maioria é capaz de dormir bem muito antes disso – alguns pediatras afirmam que bebês com 2 meses conseguem descansar a noite toda. O segredo é estabelecer uma rotina. A partir do final da tarde, não faça brincadeiras que o estimulem demais. Crie um ritual para a hora do sono. Dê um banho, coloque-o para dormir, conte uma história. Se ele acordar, volte e acalme-o sem tirá-lo do berço. Assim, ele aprende que ali é o lugar dele descansar e sabe que você vai estar por perto quando precisar.
O recém-nascido não enxerga como o adulto
Verdade. Mas não vê em preto e branco. Ele percebe diferentes tonalidades, e prefere as vibrantes. No começo, ele enxerga com nitidez o que estiver a 30 centímetros de distância. Com 2 meses, fixa o olhar e foca objetos. Com 3, vai conseguir acompanhar o deslocamento de pessoas. A capacidade de enxergar em um sentido tridimensional aumenta e, com 1 ano, a criança tem a mesma visão que um adulto.
Todo bebê sabe nadar
Mito. O fato dele se movimentar bem na água é um reflexo do período em que ficou dentro da sua barriga, no líquido aminiótico (fluído que envolve o feto). Para que ele aprenda a nadar, precisa fazer aulas junto com um dos pais. Não é um consenso, mas a maioria dos especialistas afirma que ele poderia entrar na piscina com 6 meses. De qualquer maneira, é importante que a criança possua sustentação da região cervical e tenha sido vacinada conforme o calendário (nesta edição, confira uma reportagem sobre vacinação infantil).
Bebê não pode brincar com tinta
Mito. Basta escolher uma de boa qualidade (não tóxica), ficar ao lado do seu filho e curtir as primeiras experiências com tinta. Ele vai descobrir novas texturas e movimentos com as mãos, perceber que é capaz de produzir algo e se apaixonar pelas cores. Esse ganho cognitivo permite, no futuro, que ele seja mais criativo. Mas vale um lembrete: essa brincadeira tem que ser fonte de prazer para os pais também. Se você respira fundo só de imaginar tinta espalhada pela casa ou no rostinho dele, melhor propor outra atividade. “Se a criança percebe que aquilo é motivo de tensão, então não vai aproveitar tanto quanto poderia. Ela precisa estar livre para brincar”, afirma Mariana Tichauer, psicóloga clínica e terapeuta familiar, há 12 anos na área, da clínica multidisciplinar Edac (SP).

Fonte: Thais Lazzeri-Revista Crescer

terça-feira, 11 de setembro de 2012

15 mitos e 7 verdades sobre o desenvolvimento do bebê


Conselhos, recomendações e até “verdades absolutas” vão vir de todos os lados: da sua mãe, sogra, amigas e até de desconhecidos. Você vai ouvir dicas infalíveis para o seu bebê não ter alergia e até mesmo deixá-lo mais inteligente. Mas o que vale, mesmo? Aqui, respostas para as dúvidas mais comuns que vão surgir nessa fase. Descubra o que é melhor para o seu filho


PhotoAlto/Ale Ventura/gettyimages
Comportamento
DVD educativo deixa o bebê mais inteligente
Mito. Há DVDs que prometem estimular seu filho e até encorajá-lo a descobrir o mundo. Mas nessa idade o bebê aprende se relacionando com outras pessoas. Mauro Muszkat, neurologista, coordenador do núcleo de atendimento neuropsicológico infantil interdisciplinar do departamento de psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo, explica que, caso a criança assista a muita TV, pode até ter problemas no seu desenvolvimento. “As imagens são tão rápidas que o cérebro desenvolve menos o córtex pré-frontal, área que envolve a manipulação e o armazenamento de informações, o que gera dificuldade para se concentrar.” A Associação Americana de Pediatria não recomenda programas televisivos ou em qualquer outra mídia para crianças com menos de 2 anos.
Bebê não entende discussão de adulto
Mito. A criança pode não compreender o que está sendo dito, mas percebe o ambiente estressado e as vozes alteradas dos pais. Aí, sente-se insegura e angustiada, e pode chorar e até acordar de madrugada. E o impacto não é momentâneo. Ela leva essas questões ao longo da vida. “Pode se tornar uma criança tímida, que tem dificuldade de se relacionar, ou o contrário, e ser impulsiva, que só sabe pedir alguma coisa gritando”, afirma Marta Pires Relvas, neurobióloga e psicopedagoga, professora de neurociência e aprendizagem da Faculdade Integrada AVM (RJ).
Se bater no rosto de alguém, é porque vai ser agressivo
Mito. Isso faz parte do comportamento dele. Pode ser uma forma de fazer carinho – e aí você precisa ensinar o jeito certo – ou uma maneira de chamar atenção porque percebeu que você ficou atento ao que aconteceu. Tenha paciência e não encare como um tapa. Explique que não é legal e que pode machucar.
Recém-nascido pode viajar de avião
Verdade. Converse com o pediatra e veja as regras para embarque com a companhia aérea. A TAM, por exemplo, permite que bebês com oito dias viajem mediante atestado médico. Na decolagem e no pouso, para aliviar a pressão, amamente. E fique tranquilo: recém-nascidos não têm mais chances de desenvolver dor de ouvido que qualquer outra criança mais velha. Se a viagem não for imprescindível, espere ele completar 3 meses, porque aí o sistema imunológico vai estar mais fortalecido.
Não faz diferença ler histórias para bebês
Mito. Seu filho pode não entender o conteúdo de um conto dos Irmãos Grimm, mas, com poucos meses, vai começar a construir uma história com o próprio imaginário a partir da maneira como você conta e a entonação da voz que usa. Essas imagens estão relacionadas com a linguagem: significa que ele vai ter mais familiaridade com as palavras, conseguir se expressar melhor e ser um bom ouvinte. E ali tem início o primeiro contato dele com a literatura infantil. Se você mora em São Paulo, aproveite o evento da CRESCER sobre leitura para bebês que vai acontecer este mês (saiba mais na seção Cuca Bacana desta edição).
Festa deixa a criança agitada
Verdade. Algumas ficam mais sensíveis, choram e podem ter até dificuldade para dormir. Mas não significa que você não possa sair com seu filho. Nos primeiros meses, prefira festas menores, em que o som não é tão alto e onde você possa deixá-lo em um local tranquilo quando chegar a hora dele descansar.
Vai dar bronca? Nem adianta!
Mito. Adianta, sim, mas não é uma bronca. Você tem que explicar por que ele está sendo repreendido. É provável que seu filho tente de novo, e de novo... Repita a explicação quantas vezes for necessário. Durante toda a infância você vai ter que falar, e explicar, e repetir de novo. Isso é educar. E sempre com toda a paciência do mundo.
Fontes: Alessandro Danesi, pediatra do Hospital Sírio-libanês (SP); Ana Paula Moschione Castro, pediatra e alergista, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas (SP); Bárbara Pauletti, enfermeira do berçário da maternidade Pró-Matre (SP); Cátia Fonseca, professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina de Botucatu/Unesp; Maria Cristina Senna Duarte, pediatra, especialista pela Sociedade Brasileira de pediatria; José Martins Filho, pediatra e ex-reitor da Universidade Estadual de Campinas (SP); Mariana Tichauer, psicóloga clínica e terapeuta familiar, da clínica Multidisciplinar EDAC (SP); Marta Pires Relvas, neurobióloga e psicopedagoga, professora de neurociência e aprendizagem da Faculdade Integrada AVM (RJ); Nilton Kiesel Filho, pediatra, coordenador médico da emergência do Hospital Pequeno Príncipe (PR); Mauro Muszkat, neurologista, coordenador do núcleo de atendimento neuropsicológico infantil interdisciplinar do departamento de psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo; Robson Frederico Cunha, odontopediatra, da faculdade de odontologia de Araçatuba/UNESP

Fonte: Thais Lazzeri-Revista crescer

sábado, 8 de setembro de 2012

15 mitos e 7 verdades sobre o desenvolvimento do bebê


Conselhos, recomendações e até “verdades absolutas” vão vir de todos os lados: da sua mãe, sogra, amigas e até de desconhecidos. Você vai ouvir dicas infalíveis para o seu bebê não ter alergia e até mesmo deixá-lo mais inteligente. Mas o que vale, mesmo? Aqui, respostas para as dúvidas mais comuns que vão surgir nessa fase. Descubra o que é melhor para o seu filho

Fonte: Thais Lazzeri-Revista Crescer

Robin Reeder/gettyimages
Amamentação e saúde
Chupeta não entorta os dentes do bebê
Verdade. Dificilmente o uso de chupeta durante o primeiro ano provocará alterações dentárias, fazendo com que os dentes nasçam tortos ou fora de posição. Até os 12 meses os bebês têm, em média, oito dentes, e não há tempo hábil para que as transformações ósseas aconteçam. Essas alterações, se ocorrerem, vão ser percebidas entre 18 e 24 meses, quando é hora do seu filho abandonar o acessório. Se você quiser dar a chupeta, deixe que ele use por períodos curtos.
Cerveja preta aumenta a produção de leite
Mito. De jeito nenhum – e o consumo de bebidas alcoólicas é proibido durante a amamentação. Existe, no entanto, uma explicação para essa crendice. A cerveja é diurética, então você faz xixi mais vezes, e isso faz com que consuma mais líquido. A melhor maneira de garantir uma boa produção de leite é colocando seu bebê para mamar (isso funciona como um estímulo) e bebendo bastante líquido – até sopa conta!
Bebê que dorme de barriga para cima pode regurgitar e esgasgar
Mito, Mito, Mito! Dormir de barriga para cima é a posição mais segura para evitar a morte súbita (quando o bebê com menos de 1 ano morre, enquanto dorme, de forma inesperada). Se você tem medo que seu filho engasgue caso regurgite, saiba que isso não ocorre porque o líquido, em geral uma quantidade pequena, escorre pelos lados da boca.
Acorde-o para mamar nos primeiros meses, sempre
Mito. Se o bebê está crescendo e ganhando peso corretamente, você não precisa despertá-lo nem durante o dia nem de madrugada. Siga o esquema da livre demanda e ofereça sempre que seu filho quiser. Mas dois casos são exceções. Nas primeiras quatro semanas, alguns pediatras recomendam que você acorde o bebê caso ele não desperte para mamar a cada quatro horas. Se esse tempo é ultrapassado, ele pode desenvolver hipoglicemia (baixa quantidade de açúcar no sangue), o que pode levar a uma sonolência profunda e, em alguns casos, provocar lesões neurológicas. Outro caso que merece atenção são os bebês prematuros. Se precisar acordá-lo, trocar a roupinha já é suficiente para que ele abra os olhos.
Mãe ansiosa, bebê com cólica
Verdade. Não existe nenhuma comprovação científica, mas os médicos afirmam que essa insegurança deixa a criança mais agitada, sim. Nos primeiros 3 meses, por conta da imaturidade do sistema digestivo, as cólicas são comuns. Depois, tendem a desaparecer. Para você se sentir mais calma, é fundamental que tenha as melhores informações. Esclareça suas dúvidas com o pediatra e veja no nosso site mais dicas para lidar com as cólicas.
Colocou na escola? Logo ele vai ficar doente
Verdade. Até os 2 anos, o sistema imunológico do seu filho não está totalmente desenvolvido, e isso o deixa mais suscetível a infecções. Em um ambiente com muitas crianças, maiores são as chances de pegar alguma doença, como gripes e resfriados. Por outro lado, ele vai ganhando resistência e fortalecendo o sistema de defesa do organismo.
Papinha tem que ser batida no liquidificador, sempre
Mito. Ela nunca deve ser batida (nunca!) porque fibras e nutrientes são perdidos. Outro problema é que a criança não aprende a diferenciar o sabor e a textura de cada ingrediente, o que não favorece a alimentação dela no futuro. O melhor é passar na peneira nas primeiras vezes e, a partir de 7 meses, amassar com um garfo. Dessa maneira é estimulada a mastigação, o desenvolvimento da musculatura facial e o nascimento dos dentes, que influenciam também a fala.
Se fizer cara feia para a comida é porque não gostou
Mito. Espere por muitas caretas quando seu filho começar a comer as papas, sejam as de frutas ou as salgadas, porque o paladar dele desconhece esses novos sabores, e a primeira reação é cuspir tudo e fazer uma cara bem feia. Não desista e vá em frente. Quando você menos imaginar (e não vai demorar), ele vai estar abrindo a boca para ganhar uma colherada. Para que ele se acostume, é importante não oferecer os ingredientes misturados. Se ele recusar, tente novamente. Alguns médicos recomendam oferecer o mesmo alimento pelo menos 12 vezes e de maneiras diferentes: um dia assado, no outro, cozido, e assim por diante.
Cachorro “dá” alergia em bebê
Mito. Não é uma regra. Cerca de 20% das crianças vão ter algum tipo de alergia. Dessas, 30% são sensibilizadas por animais. Funciona assim: o organismo da criança entra em contato com o agente (nesse caso, o pelo do animal) e o sistema imunológico encara aquela substância como algo perigoso. Mas não acontece com todo mundo, e um estudo norte-americano mostrou que o contato precoce com animais, desde os primeiros meses de vida, pode ter o efeito oposto: ele fez que com que algumas crianças não desenvolvessem alergia. Além de fortalecer o sistema imunológico, o convívio com esses bichos facilita a socialização do seu filho.